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“Meu mundo acabou”: mãe de jovem assassinado na Bolívia luta para trazer corpo do filho ao Brasil

Antonio Maldonado Queiroz, conhecido como Juninho, foi morto a tiros aos 27 anos; família enfrenta dificuldades com os trâmites internacionais para liberar e trasladar o corpo

Redes Sociais

 

A mãe de Antonio Maldonado Queiroz, de 27 anos, conhecido como Juninho Queiroz, vive dias de angústia enquanto aguarda a liberação do corpo do filho, assassinado a tiros na Bolívia. Em um desabafo nas redes sociais, ela relatou o sofrimento causado pela perda e as dificuldades enfrentadas pela família para realizar o traslado ao Brasil.

 

“Não está sendo fácil, está tudo difícil. Para mim, meu mundo acabou”, lamentou a mãe ao compartilhar a situação com pessoas próximas.

 

Segundo ela, os procedimentos para liberar o corpo estão em andamento na Bolívia, mas a necessidade de realizar o transporte internacional torna o processo mais complicado. A distância e a burocracia têm aumentado a apreensão da família, que espera poder trazer o jovem de volta ao país.

 

Apesar dos obstáculos, a mãe afirmou que os trâmites estão avançando com o auxílio de uma advogada, que acompanha o caso e tenta agilizar a liberação. Emocionada, ela demonstrou esperança de que a chegada do corpo ocorra em breve. Até o momento, porém, não havia uma data confirmada para o traslado ao Brasil.

 

Duplo homicídio na Bolívia

 

Juninho foi uma das vítimas de um duplo homicídio registrado na terça-feira (20), em uma residência na região de Valle Sánchez, no município de Warnes, departamento de Santa Cruz, na Bolívia. A outra vítima foi Jeferson Pereira Penariol, de 46 anos. Ambos eram moradores de Campo Grande.

 

Conforme as informações divulgadas sobre o caso, homens encapuzados e armados invadiram o imóvel e atiraram contra os dois. Após o crime, os suspeitos fugiram e roubaram o carro de moradores da região para escapar.

 

O caso também ganhou repercussão após a informação de que Juninho estaria utilizando documentos com os dados de outra pessoa. Um morador de Sidrolândia, identificado apenas como W., procurou a reportagem para esclarecer que estava vivo e denunciar o uso indevido de sua identidade. Ele também acionou a Polícia Civil.

 

As autoridades bolivianas investigam as circunstâncias do duplo assassinato e trabalham para identificar os responsáveis pelo crime.

 

Fonte: TopMidia News

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