Mês deve ter temperaturas acima da média em grande parte do país. Já os períodos de instabilidade tendem a se concentrar principalmente no Norte e no Sudeste, sob a influência de sistemas típicos do verão

Fevereiro de 2026 deve iniciar com temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, mantendo o clima quente típico do verão, mesmo sem a atuação definida de fenômenos como El Niño ou La Niña no início do mês, segundo meteorologistas — o que contribui para um quadro com dias de calor intenso e sensação de abafamento em diversas regiões.
Além do calor persistente, a expectativa é de chuva mais frequente e distribuída em várias áreas do país, com episódios de instabilidade que podem se repetir, sobretudo no Norte e em partes do Sudeste. Esse padrão mais úmido ocorre em parte por sistemas como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que tende a canalizar umidade e favorecer precipitações prolongadas em certos períodos, especialmente no começo do mês.
No Sudeste, estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro podem experimentar volumes de chuva acima da média em áreas específicas, trazendo dias nublados intercalados com chuva contínua ou pancadas fortes típicas do verão. A presença de chuva maior nessas regiões pode aliviar parcialmente a situação dos reservatórios que enfrentam níveis baixos, embora não resolva a questão hídrica por completo.
Em contraste, grande parte do Centro-Oeste e do Sul deve ter chuva abaixo da média histórica para fevereiro, o que significa períodos mais longos de tempo seco, especialmente no interior desses territórios. Já o Nordeste apresenta um cenário misto, com algumas áreas podendo ter chuva acima da média enquanto outras enfrentam períodos com chuva escassa e calor mais persistente.
O mês de fevereiro segue sendo caracteristicamente quente e úmido, com alternância entre períodos de sol forte e pancadas de chuva no fim da tarde ou à noite — condições típicas do verão brasileiro. Essa combinação de calor e chuva influencia tanto a rotina da população quanto setores como agricultura e recursos hídricos.
Fonte: G1