Primeiro “hotel de bois” de Camapuã, estrutura aposta em alimentação com até cinco tratos diários como diferencial para ganho de peso e desempenho

Em meio ao crescimento constante do agronegócio em Camapuã, um modelo inovador vem ganhando espaço e transformando a forma de engordar bovinos na região: o Boitel Morada do Boi Gordo. Mais do que um simples confinamento, o empreendimento se consolida como o primeiro “hotel de bois” do município, oferecendo estrutura, nutrição e manejo especializado para maximizar o desempenho dos animais de produtores parceiros.
Com capacidade operacional que se aproxima de 6 mil bois, o Boitel Morada do Boi Gordo chama atenção não apenas pelo porte, mas pela eficiência e organização do sistema. Atualmente, a operação gira próxima de 5 mil animais, mantendo um fluxo constante e estruturado. O sistema é pensado para garantir conforto, sanidade e alto desempenho zootécnico, reunindo tecnologia, planejamento e uma rotina intensiva de cuidados.

Um dos grandes diferenciais está na alimentação: são realizados até cinco tratos diários, com rigor no cumprimento dos horários. Para isso, o confinamento conta com vagões de grande porte, de alta tecnologia e sistema vertical da marca Kuhn, que permitem agilidade e precisão na distribuição da dieta. Essa estrutura garante que não haja atraso no fornecimento, fator essencial para manter o consumo regular e o desempenho dos animais.
À frente do projeto, o produtor Leandro Rodrigues destaca que o sucesso do empreendimento está diretamente ligado às suas origens familiares:
“A gente nasceu como uma empresa familiar, e isso reflete no cuidado diário. Aqui, cada animal é tratado como patrimônio do cliente. Existe atenção em cada detalhe, desde a chegada até o embarque”, afirma.

Outro ponto fundamental é o acompanhamento técnico. O Boitel Morada do Boi Gordo conta com a assessoria do mestre em nutrição animal Bruno Chagas, que contribui diretamente para a formulação das dietas e otimização dos resultados. No contexto técnico, um dos indicadores utilizados é o GMC (Ganho Médio de Carcaça), que avalia o rendimento efetivo de carne produzida por animal — um dado mais preciso e estratégico para o produtor, pois reflete diretamente no resultado final no frigorífico.
A inspiração em sistemas consolidados, como o modelo do Pinesso, também contribuiu para a implementação de processos mais eficientes e padronizados, elevando o nível do confinamento na região.
Segundo Leandro, o diferencial competitivo do Boitel está justamente na combinação entre nutrição de qualidade, manejo intensivo e estrutura. “Os cinco tratos por dia fazem toda a diferença. O animal come melhor, de forma mais distribuída, reduz estresse e aproveita mais os nutrientes. Isso reflete diretamente no ganho de carcaça e no resultado final do produtor”, explica.

Na prática, os produtores que optam pelo sistema já percebem os resultados. O aumento no rendimento, a padronização dos lotes e a eficiência no ciclo de engorda são alguns dos principais benefícios. A procura também cresce: atualmente, a fila de espera para entrada de novos animais no confinamento chega a cerca de 80 dias, demonstrando a alta demanda pelo serviço.
Como pioneiro em Camapuã, o Boitel Morada do Boi Gordo também gera impacto direto no agronegócio local, elevando o nível tecnológico da pecuária e incentivando novos investimentos no setor.
De olho no futuro, a expectativa é de expansão e consolidação no mercado nacional. “Nosso objetivo é continuar evoluindo, investir em tecnologia e ampliar a capacidade, sempre mantendo o padrão de qualidade. Queremos ser referência no Brasil quando se fala em confinamento e resultado”, projeta Leandro Rodrigues.

Contato para mais informações:
Leandro Rodrigues – (67) 99918-235