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Adolescente descobre leucemia grave e família corre contra o tempo para tratamento em Campo Grande

Família morava no Paraguai e precisou vir a Capital com urgência para quimioterapia

Fotos cedidas pela família.

A família da jovem Emily Eduarda de Oliveira Rodrigues da Silva, de 14 anos, foi pega de surpresa na última semana, após receberem o diagnóstico de que a adolescente possui uma leucemia grave, que age de forma rápida no sangue destruindo plaquetas. Moradores do Paraguai, eles já passaram por hospitais em Ponta Porã e Dourados em busca de tratamento, e agora a menina está em Campo Grande, internada no Hospital Regional Rosa Pedrossian.

Para o TopMídiaNews, a madrasta de Emily, Valéria Adriano, explicou que a jovem precisa atualmente de transfusões de sangue, principalmente de plaquetas, para dar início a quimioterapia.

“Descobrimos há cerca de uma semana e meia que ela está com leucemia. Desde então, estamos correndo de hospital em hospital. Fomos transferidos do Paraguai para Ponta Porã, depois para Dourados e, por fim, para Campo Grande, porque só aqui tem tratamento oncológico. É uma leucemia aguda, muito agressiva. Ela ‘come’ todas as plaquetas dela, e para começar a quimioterapia ela precisa de doadores de sangue e plaquetas. A gente está numa luta contra o tempo para salvar a vida dela”, relata Valéria.

A adolescente completa 15 anos no próximo dia 2, já internada e em meio à batalha contra a doença. “Ela é só uma menina. É um câncer maligno, e a gente está desesperado. As pessoas às vezes acham que não faz diferença doar, mas faz toda a diferença. Cada bolsa pode salvar a vida dela”, reforça a madrasta.

Atualmente, a família está hospedada na casa de amigos em Campo Grande enquanto acompanha a internação. O pai da adolescente, Jonathan, e Valéria deixaram tudo para trás para permanecer ao lado dela durante o tratamento.

Além da mobilização por doadores, a família também criou uma vaquinha online para ajudar com despesas médicas e de manutenção durante o tratamento. “O tratamento envolve custos que o sistema público não cobre totalmente, como medicamentos específicos, suplementos alimentares, exames particulares, além dos custos de transporte frequente ao hospital”, disse o pai.

Como ajudar

Interessados em ajudar podem doar principalmente sangue tipo A+, em nome de Emilly Eduarda de Oliveira Rodrigues da Silva, no Hemosul, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 1304, Centro de Campo Grande. Também é possível ajudar por meio da vaquinha online, pelo PIX 5913559@vakinha.com.br
Fonte: TopMidia News

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