Pular para o conteúdo

Navega MS

Início » Blog » Camapuanense Girsel da Viola visita fábrica de violas mais antiga de Braga, em Portugal

Camapuanense Girsel da Viola visita fábrica de violas mais antiga de Braga, em Portugal

Músico de Camapuã conheceu de perto o espaço e a história do fabricante português, apaixonado pelo pagode de viola caipira brasileiro

Foto/Girsel da Viola

 

Durante a passagem por Braga, em Portugal, o violeiro Girsel da Viola, de Camapuã, teve a oportunidade de conhecer uma das fábricas de viola mais antigas da cidade. A visita foi um momento especial para o músico sul-mato-grossense, que encontrou no local não apenas a tradição portuguesa na fabricação do instrumento, mas também um proprietário que compartilha uma paixão especial pelo pagode de viola caipira brasileiro.

O encontro aconteceu durante a viagem dos Guardiões da Catira, que representaram Camapuã e Mato Grosso do Sul em Portugal. O proprietário da fábrica fez questão de receber Girsel e apresentar as estruturas do espaço, mostrando de perto o trabalho envolvido na fabricação das violas e a história mantida ao longo das gerações. Para o violeiro camapuanense, conhecer esse processo em um país com forte tradição musical foi uma experiência que aproximou ainda mais duas culturas ligadas ao mesmo instrumento.

A relação com a música brasileira tornou o encontro ainda mais especial. O fabricante português demonstrou grande admiração pelo pagode de viola, gênero que faz parte da trajetória de Girsel da Viola e da identidade musical dos Guardiões da Catira. A conversa e a troca de experiências mostraram como a viola consegue criar conexões entre artistas e mestres de diferentes países, mesmo com histórias e tradições próprias.

A passagem por Braga chega ao fim depois de dias marcados pela cultura, pela música e pela valorização das tradições de Camapuã. O grupo, que chegou a Portugal no dia 7, encerra a viagem neste domingo (13), com o retorno ao Brasil, levando na bagagem as experiências vividas durante a representação de Mato Grosso do Sul e encontros como o que colocou frente a frente um violeiro brasileiro e um fabricante português apaixonado pela música caipira.

Marcações:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *